Dr. Sella — Rinoplastia e Cirurgia Facial
Dúvida sobre o seu caso?

A equipe do Dr. Sella responde pelo WhatsApp em horário comercial.

Falar no WhatsApp
Artigo

Blefaroplastia em Maringá.

Pele sobrando na pálpebra superior, bolsas na inferior e olhar cansado têm causas diferentes. Entenda o que a cirurgia resolve, como é o pós e o que avaliar antes de escolher o cirurgião.

Publicado em 14 de agosto de 2026Atualizado em 10 de outubro de 2026Revisado por Dr. Guilherme Sella7 min de leitura

A blefaroplastia é a cirurgia que remove ou reposiciona pele, músculo e gordura das pálpebras para corrigir excesso de pele na pálpebra superior e bolsas na pálpebra inferior. Em Maringá, o Dr. Guilherme Sella realiza o procedimento em geral sob anestesia local com sedação leve, na própria clínica, com retorno às atividades leves em poucos dias e cicatrizes escondidas no sulco palpebral ou por via transconjuntival. A indicação, a via de acesso e a necessidade de combinar com outros procedimentos são definidas em consulta, após exame das pálpebras e da posição da sobrancelha.

Quer saber se isso se aplica ao seu caso?Falar com a equipe
Dr. Guilherme Sella, otorrinolaringologista e cirurgião facial em Maringá · Blefaroplastia em Maringá
Dr. Guilherme Sella, otorrinolaringologista e cirurgião facial em Maringá

O que é a blefaroplastia e o que ela resolve

A blefaroplastia é a cirurgia das pálpebras. Ela trata o excesso de pele, o enfraquecimento do músculo e a projeção da gordura que fica ao redor do olho. Com o tempo, a pele perde elasticidade, os ligamentos cedem e a gordura que protege o globo ocular passa a aparecer. O resultado é o olhar pesado, cansado ou triste, mesmo quando a pessoa está descansada.

É importante separar o que a cirurgia faz do que ela não faz. A blefaroplastia atua na pálpebra. Ela não corrige rugas de expressão na lateral dos olhos, não levanta a sobrancelha caída e não clareia olheira de origem pigmentar. Esses pontos têm outras soluções, isoladas ou associadas, e isso faz parte do planejamento. Veja a visão geral dos procedimentos em cirurgia facial.

Quando a cirurgia das pálpebras é indicada

A indicação é sempre individual, mas alguns quadros são frequentes no consultório:

  • Excesso de pele na pálpebra superior que encosta nos cílios ou apoia sobre eles.
  • Sensação de peso nas pálpebras no fim do dia.
  • Dificuldade para passar maquiagem porque a pele dobra.
  • Redução do campo visual superior em casos mais avançados.
  • Bolsas na pálpebra inferior que ficam evidentes pela manhã ou na foto.
  • Sulco entre a pálpebra inferior e a bochecha muito marcado, criando sombra.

Um detalhe que muda a conduta: parte do excesso de pele superior pode vir da queda da sobrancelha. Nesse caso, retirar mais pele da pálpebra não resolve e pode piorar a posição do supercílio. Por isso o exame inclui avaliar a altura da sobrancelha e a testa. Quando a queda do terço superior é o fator principal, a conversa passa pela frontoplastia.

Pálpebra superior, inferior ou as duas

AspectoBlefaroplastia superiorBlefaroplastia inferior
Queixa típicaPele sobrando, olhar pesadoBolsas, sombra, olhar cansado
IncisãoNo sulco natural da pálpebraRente aos cílios ou por dentro da pálpebra
CicatrizEscondida na dobra, discretaPouco visível ou inexistente na via interna
GorduraRemovida ou preservada conforme o casoRemovida ou reposicionada no sulco
EdemaMenor, resolução mais rápidaCostuma durar mais semanas
AnestesiaLocal com sedação na maioria dos casosLocal com sedação, caso a caso

A via transconjuntival, feita por dentro da pálpebra inferior, não deixa cicatriz externa e é útil quando a queixa principal é a bolsa, sem grande excesso de pele. Quando há pele frouxa associada, a via externa permite ajustar o envelope cutâneo. A escolha depende do exame, da tonicidade da pálpebra e do objetivo de cada pessoa. Todos os detalhes técnicos estão na página de blefaroplastia.

Como é feita em Maringá: anestesia e local

Na prática do Dr. Sella, a blefaroplastia isolada costuma ser realizada sob anestesia local, com ou sem sedação leve, no centro cirúrgico da clínica. É um procedimento ambulatorial, sem internação, com alta no mesmo dia e acompanhante orientado a buscar o paciente.

Quando a blefaroplastia entra como parte de uma cirurgia maior, o cenário muda. Associações com facelift deep plane, cervicoplastia, frontoplastia ou laser de CO2 fracionado são feitas em ambiente hospitalar, com anestesia geral ou sedação profunda, no hospital parceiro em Maringá. Conheça a estrutura em a clínica.

O planejamento inclui fotografias padronizadas e, quando útil, avaliação da pele com ultrassom de alta frequência, recurso disponível na mesma clínica e descrito em ultrassom dermatológico. Esse exame ajuda a identificar preenchedores prévios na região periorbital, informação que altera a estratégia cirúrgica.

Recuperação passo a passo

A recuperação da blefaroplastia é, de modo geral, mais tranquila do que a maioria das pessoas imagina. Ainda assim, tem regras.

  1. Primeiras 48 horas. Gelo na região, cabeceira elevada, repouso relativo. Inchaço e roxo são esperados e variam muito entre pessoas.
  2. Primeira semana. Edema diminuindo, pontos finos ainda presentes na via externa. Evitar esforço físico, abaixar a cabeça e carregar peso.
  3. Retirada dos pontos. Costuma acontecer em torno de uma semana, conforme orientação individual.
  4. Duas a três semanas. Roxo em geral já resolvido ou facilmente camuflável com maquiagem, liberada após a cicatrização dos pontos.
  5. Um mês. Exercícios retomados de forma progressiva, conforme liberação. Sol com proteção rigorosa e filtro solar.
  6. Três a seis meses. Cicatriz amadurecendo e perdendo o aspecto avermelhado. O resultado final leva alguns meses para se acomodar, principalmente na pálpebra inferior.

Sensação de olho seco, areia nos olhos, lacrimejamento e visão levemente embaçada nos primeiros dias são queixas comuns e costumam ser transitórias. Lubrificante ocular faz parte da rotina pós-operatória.

Blefaroplastia é uma cirurgia delicada em uma área de pele fina. Pouco tecido removido a mais ou a menos muda o olhar. Por isso o planejamento vale tanto quanto a técnica.

Combinações frequentes com a blefaroplastia

A pálpebra raramente envelhece sozinha. Algumas associações aparecem com frequência no planejamento:

  • Lipoenxertia e Nanofat. Repõe volume no sulco lágrima e melhora a qualidade da pele fina da região. Detalhes em lipoenxertia e Nanofat.
  • Laser de CO2 fracionado. Trabalha rugas finas da pálpebra inferior que a cirurgia não corrige. Veja laser CO2.
  • Frontoplastia. Quando a sobrancelha caída é a causa real do excesso aparente de pele superior.
  • Facelift e cervicoplastia. Quando o terço médio e o pescoço acompanham a queixa do olhar.
  • Rinoplastia. Combinação possível em cirurgia única, avaliada caso a caso, dentro do planejamento de rinoplastia.

Nem toda combinação é indicada. Somar procedimentos aumenta tempo cirúrgico e edema, e a decisão leva em conta saúde geral, rotina e tempo disponível para o pós.

Como escolher o cirurgião em Maringá

Algumas perguntas objetivas ajudam mais do que qualquer propaganda:

  • O médico tem registro de especialista (RQE) compatível com a cirurgia facial que propõe?
  • Ele examina a posição da sobrancelha, a tonicidade da pálpebra inferior e a altura do globo ocular, ou só olha a pele sobrando?
  • Explica a via de acesso escolhida e por quê?
  • Mostra o que a cirurgia não vai corrigir?
  • Onde a cirurgia será feita e com qual equipe de anestesia?
  • Quais são os retornos e quem atende em caso de intercorrência?

O Dr. Guilherme Sella é otorrinolaringologista com RQE 17.984, doutorado concluído em 2018 pelo HCFMRP-USP em Morfofisiologia de Estruturas Faciais, membro titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face e autor de artigos indexados no PubMed. A formação em cirurgia facial sustenta o cuidado anatômico com a região periorbital. Mais sobre a trajetória em Dr. Guilherme Sella e em publicações.

Pacientes de outras cidades do Paraná, do interior de São Paulo e do Mato Grosso do Sul são atendidos com frequência. A avaliação pode começar por teleconsulta, com exames feitos na cidade de origem. Organize a viagem com as orientações de pacientes de outras cidades.

Quando procurar o Dr. Sella

Se o excesso de pele incomoda na rotina, se as bolsas aparecem em toda foto ou se as pessoas comentam que você parece cansado sem estar, vale uma avaliação presencial. A consulta inclui exame das pálpebras e do terço superior da face, fotografias padronizadas e explicação do que é possível em cada situação. Indicação, riscos e plano cirúrgico são sempre individuais. Agende pela página de consulta ou fale com a equipe pelo contato.

Dr. Guilherme Sella
Revisado por Dr. Guilherme Sella

Otorrinolaringologista e cirurgião facial · CRM-PR 33.018 · RQE 17.984. Doutor pela FMRP-USP, fundador do Sella Learning Center. Atualizado em 2026-10-10.

Perguntas frequentes

A blefaroplastia é feita com anestesia geral?

Na maioria dos casos isolados, não. O procedimento costuma ser realizado com anestesia local associada a sedação leve, em regime ambulatorial. Quando é combinada com facelift, cervicoplastia ou frontoplastia, a cirurgia passa a ser hospitalar, com anestesia geral ou sedação profunda.

Em quantos dias dá para voltar ao trabalho?

Varia conforme a extensão da cirurgia e a atividade. Muitos pacientes retomam tarefas leves e trabalho remoto em poucos dias, enquanto o inchaço e o roxo ainda estão presentes. Atividade presencial costuma ser planejada depois da retirada dos pontos, com orientação individual.

A blefaroplastia tira as olheiras?

Nem sempre. Quando a olheira é causada por sombra das bolsas e pelo sulco profundo, a cirurgia melhora o aspecto. Quando é pigmentar ou vascular, o tratamento é outro e pode envolver laser, lipoenxertia ou cuidados dermatológicos.

A cicatriz fica visível?

Na pálpebra superior a incisão fica escondida no sulco natural e tende a ficar discreta. Na pálpebra inferior, a via transconjuntival não deixa cicatriz externa e a via rente aos cílios costuma ser pouco perceptível após alguns meses de maturação.

Posso fazer blefaroplastia junto com rinoplastia?

É possível em casos selecionados, em cirurgia única. A decisão depende do tempo cirúrgico total, da saúde geral e do plano estético combinado, e é definida na consulta.

Moro em outra cidade. Quantos dias preciso ficar em Maringá?

Para blefaroplastia isolada, a permanência costuma ser curta, suficiente para a cirurgia e os primeiros retornos. O número exato de dias é definido pela equipe conforme o procedimento planejado e a necessidade de retirada de pontos.

Quanto tempo dura o resultado da blefaroplastia?

A remoção da pele excedente tende a ter efeito duradouro, e muitos pacientes passam anos sem nova queixa na pálpebra superior. Ainda assim, o envelhecimento continua, e fatores como sol, genética e queda da sobrancelha influenciam a evolução. Cuidados simples, como protetor solar e óculos escuros, ajudam a manter o resultado. A previsão para o seu caso depende do exame em consulta.

Qual a idade mínima para fazer cirurgia de pálpebras?

Não existe idade fixa. A maioria dos pacientes procura a blefaroplastia a partir dos 40 anos, mas pessoas mais jovens com bolsas de origem familiar na pálpebra inferior também podem ter indicação. O que define a conduta é o exame das pálpebras, da posição da sobrancelha e da queixa, não o número na certidão.

Quando posso voltar a usar lente de contato e maquiagem depois da cirurgia?

Em geral, a maquiagem na região dos olhos é liberada após a retirada dos pontos e a cicatrização inicial da pele. As lentes de contato costumam ser reintroduzidas quando o inchaço diminui e o olho está confortável, o que varia de pessoa para pessoa. Exercícios físicos e exposição solar também entram em um cronograma próprio. O Dr. Sella entrega essas datas por escrito no pós-operatório.

A blefaroplastia inferior pode deixar o olho puxado para baixo?

Alterações na posição da pálpebra inferior, como afastamento ou arredondamento da borda, estão entre as complicações descritas nessa cirurgia. O risco está ligado à quantidade de pele retirada, à frouxidão prévia do canto do olho e à técnica escolhida. Por isso o exame pré-operatório testa o tônus da pálpebra, e em alguns casos a via por dentro da pálpebra ou um ponto de sustentação do canto é preferida. Esse planejamento é individual e discutido na consulta em Maringá.

Não encontrou a sua dúvida?Perguntar no WhatsApp

Tire suas dúvidas em uma consulta com o Dr. Guilherme Sella

Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

ConsultaAgendar