Medo de fazer rinoplastia: as 10 preocupações mais comuns
Anestesia, dor, ficar artificial, respiração, revisão: o Dr. Guilherme Sella responde de forma franca aos 10 medos mais comuns de quem pensa…
LerRevisar um nariz já operado exige experiência, planejamento com ultrassom e, com frequência, enxertos de cartilagem. O Dr. Sella recebe pacientes de todo o Brasil para rinoplastias de revisão.
Rinoplastia secundária (ou de revisão) é a cirurgia que corrige problemas deixados por uma rinoplastia anterior: irregularidades no dorso, dorso em V invertido, ponta caída ou assimétrica, nariz em sela, narinas retraídas ou obstrução respiratória. É mais complexa do que a cirurgia primária porque há cicatrizes, falta de cartilagem e anatomia alterada. O Dr. Guilherme Sella planeja cada revisão com ultrassom nasal, aguarda em geral 12 meses após a cirurgia anterior e reconstrói com cartilagem de septo, orelha ou costela.
Na literatura, 5 a 15% das rinoplastias precisam de algum retoque. Pequenos ajustes são simples; grandes reconstruções exigem planejamento.
O nariz continua mudando por até um ano: o edema da ponta cede, as cartilagens se acomodam e as cicatrizes amadurecem. Operar antes disso é corrigir um resultado que ainda não existe. Exceções (deformidades graves, obstrução importante) são avaliadas caso a caso.
Em narizes operados, o Dr. Sella usa o ultrassom dermatológico de alta frequência para enxergar o que a pele esconde: enxertos anteriores e sua posição, preenchedores (ácido hialurônico, PMMA, silicone), espessura da pele e vascularização da columela. Quando há ácido hialurônico, ele é dissolvido com hialuronidase antes da cirurgia; outros materiais exigem avaliação individual.
Na maioria dos casos a via é aberta, para visão completa da estrutura. As etapas variam, mas costumam incluir:
Quando o septo já foi usado, a cartilagem vem da orelha ou, nas reconstruções maiores, da costela.
A revisão melhora significativamente a maioria dos narizes, mas a pele já operada tem cicatrização menos previsível, e a perfeição absoluta não é uma promessa que um cirurgião honesto possa fazer. O Dr. Sella discute na consulta o que é possível, o que é provável e o que não é.
Boa parte das revisões vem de outros estados. A primeira avaliação pode ser por teleconsulta, com envio de fotos e do relatório da cirurgia anterior; o ultrassom e o exame físico são feitos presencialmente antes da cirurgia. Veja o guia para pacientes de outras cidades.
Sim. É comum que pacientes procurem um segundo cirurgião para a revisão. Leve o relatório ou a descrição da cirurgia anterior, se tiver.
Sim. Revisões costumam ultrapassar as 3 a 5 horas de uma cirurgia primária, principalmente quando há retirada de costela.
Ácido hialurônico é dissolvido com hialuronidase antes da cirurgia. PMMA, silicone e outros materiais permanentes exigem avaliação individual com ultrassom.
Cada cirurgia adiciona cicatriz e retira cartilagem. Por isso a revisão deve ser bem planejada para resolver o máximo em uma única vez.
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