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Rinosseptoplastia em Maringá: respirar e gostar do nariz.

Uma única cirurgia, uma única anestesia e uma única recuperação para tratar o formato do nariz e a obstrução nasal. Veja como funciona a indicação, o hospital em Maringá e a documentação da parte funcional.

Publicado em 16 de agosto de 2026Atualizado em 10 de outubro de 2026Revisado por Dr. Guilherme Sella7 min de leitura

A rinosseptoplastia é a cirurgia que corrige, no mesmo tempo cirúrgico, o formato externo do nariz e as causas internas de obstrução nasal, como o desvio de septo e a hipertrofia dos cornetos. Em Maringá, o Dr. Guilherme Sella, otorrinolaringologista com RQE em Otorrinolaringologia e doutorado pelo HCFMRP-USP, realiza o procedimento sob anestesia geral, em média de 3 a 5 horas, com internação de 12 a 24 horas. O atendimento é particular, e a clínica fornece a documentação para pedido de reembolso da parte funcional ao plano de saúde. A indicação é sempre individual e definida em consulta.

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Dr. Guilherme Sella, otorrinolaringologista e cirurgião facial em Maringá · Rinosseptoplastia em Maringá: estética e desvio de septo na mesma cirurgia
Dr. Guilherme Sella, otorrinolaringologista e cirurgião facial em Maringá

O que é rinosseptoplastia

Rinosseptoplastia é a união de dois procedimentos em uma só cirurgia. A rinoplastia trata a forma externa do nariz: dorso, ponta, largura das asas, desvios visíveis, projeção e rotação. A septoplastia trata o septo, a parede que divide as duas fossas nasais por dentro. Quando o septo está desviado, o ar encontra resistência e a respiração piora.

Na prática, o nariz não separa forma e função. Um desvio alto de septo costuma empurrar o dorso para um lado. Uma válvula nasal estreita costuma vir junto de um nariz fino demais na porção média. Tratar só um lado do problema deixa o outro sem solução.

Por isso, o termo técnico mais usado em prontuário é rinosseptoplastia funcional e estética. É uma cirurgia só, uma anestesia só, uma recuperação só.

Quem tem indicação

A indicação é individual e definida na consulta. De forma geral, a rinosseptoplastia costuma ser considerada quando existem, ao mesmo tempo:

  • Queixa estética: giba dorsal, ponta caída ou bulbosa, nariz torto, nariz largo, sequela de trauma.
  • Queixa respiratória: entupimento de um lado ou dos dois, ronco, boca seca ao acordar, uso crônico de descongestionante, dificuldade para exercício.
  • Achado de exame: desvio de septo, hipertrofia de cornetos, colapso de válvula nasal interna ou externa.

Nem todo paciente com desvio de septo precisa de rinoplastia. E nem todo paciente que quer mudar o nariz tem obstrução. O exame físico com endoscopia nasal esclarece isso. Quando existe apenas a queixa respiratória, a conduta pode ser uma cirurgia funcional isolada.

Por que operar com um otorrinolaringologista

O Dr. Sella é otorrinolaringologista com título de especialista pela ABORL-CCF e RQE 17.984. Fez residência no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP e doutorado direto em Morfofisiologia de Estruturas Faciais na mesma instituição, concluído em 2018. Também fez fellowship em rinoplastia estruturada em Melbourne e Sydney.

Isso importa por um motivo prático. O otorrino opera o interior do nariz todos os dias: septo, cornetos, seios paranasais, válvulas. Ele enxerga a cavidade nasal por dentro antes de mudar o que aparece por fora. Quando a giba é retirada, o teto nasal é reconstruído. Quando o nariz é afinado, a válvula interna pode estreitar. Quem conhece a fisiologia planeja essas etapas desde o início.

O cirurgião também é membro titular da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face e membro fundador da Sociedade Brasileira de Rinoplastia, além de autor de artigos indexados no PubMed sobre preservação de dorso. A lista completa está em publicações.

Como é a consulta em Maringá

A consulta dura cerca de uma hora e acontece na Clínica Renassance, na Av. Cidade de Leiria, 600, Zona 01, em Maringá. Ela inclui:

  1. Anamnese: história da queixa estética, história respiratória, alergias, cirurgias prévias, traumas.
  2. Exame físico externo e exame interno do nariz, com avaliação de septo, cornetos e válvulas.
  3. Fotografias padronizadas em todos os ângulos.
  4. Simulação digital das mudanças possíveis, com semelhança estimada de 60% a 70% em relação ao resultado final.
  5. Ultrassom dermatológico nasal quando indicado, para avaliar espessura da pele, preenchedores prévios, enxertos antigos e vascularização.
  6. Explicação da técnica escolhida e do cronograma pós-operatório.

O orçamento é entregue depois da consulta, porque depende da técnica, do tempo cirúrgico e da necessidade de enxertos. Ele inclui equipe, hospital, anestesia e retornos. A cirurgia pode ser parcelada.

Técnicas usadas na parte estética e na parte funcional

Não existe uma técnica única para todos os narizes. A escolha depende do osso, da cartilagem, da pele e da queixa.

EtapaTécnicas possíveisQuando costuma ser usada
DorsoPreservação de dorso com push down ou let downDorso harmônico que precisa descer sem abrir o teto nasal
DorsoRinoplastia ultrassônica com piezoelétricoOssos irregulares, necessidade de osteotomia precisa
EstruturaRinoplastia estruturada com enxertos de septo, orelha ou costelaSuporte fraco, nariz torto, revisões, pouca cartilagem disponível
SeptoSeptoplastia com reposicionamento e enxertos de reforçoDesvio de septo com obstrução
CornetosTurbinoplastiaHipertrofia de cornetos inferiores
VálvulasEnxertos espalhadores e de asaColapso valvar, nariz estreito na porção média

A cartilagem retirada do septo durante a septoplastia costuma servir de enxerto para a parte estética. É um dos motivos pelos quais fazer tudo junto costuma ser mais eficiente do que operar em dois tempos.

Onde a cirurgia é feita

A rinosseptoplastia é realizada no Saine Health Complex, hospital-boutique em Maringá, na Rua Olímpio Totti, 60, Jardim das Nações. São 7.500 m², 11 salas cirúrgicas, UTI adulto e neonatal, intensivistas 24 horas e medicina hiperbárica.

Detalhes práticos da cirurgia:

  • Anestesia geral na maioria dos casos, com sedação em situações selecionadas.
  • Duração média de 3 a 5 horas, maior em revisões.
  • Via aberta ou fechada, conforme o caso.
  • Internação de 12 a 24 horas.
  • Placa externa por cerca de 7 dias, seguida de esparadrapagem por mais uma semana.
  • Tampão nasal não é usado na maioria dos casos. Em alguns pacientes, um splint interno de silicone fica por cerca de 10 dias.

Recuperação e retorno à rotina

Sangramento leve é esperado nas primeiras 48 a 72 horas. Hematoma ao redor dos olhos pode durar até 15 dias. Febre até 38 graus nos dois primeiros dias pode ocorrer. Dormência de lábio e dentes pode persistir por até 3 meses.

Orientações gerais do pós-operatório:

  • Cabeceira elevada a 30 graus por pelo menos 10 dias.
  • Gelo nas duas primeiras semanas.
  • Nunca assoar o nariz. Lavagem com soro conforme orientação.
  • Exercícios leves após 15 dias.
  • Sem óculos apoiados no nariz por 4 semanas.
  • Sol, praia e piscina somente após 1 mês. Protetor solar FPS 30 por 3 meses.

A respiração melhora de forma progressiva, com edema interno nas primeiras semanas. O resultado estético definitivo aparece entre 6 e 12 meses, podendo chegar a 18 meses em pele espessa ou em revisões. Os detalhes estão em pós-operatório.

Reembolso da parte funcional

O atendimento é exclusivamente particular, sem convênios. Ainda assim, a parte funcional da cirurgia tem códigos próprios na tabela dos planos de saúde: septoplastia, turbinoplastia e sinusectomia, quando indicadas.

A clínica fornece a documentação necessária para o pedido de reembolso: relatório médico com descrição dos procedimentos funcionais, códigos correspondentes, nota fiscal e recibos. O paciente apresenta esses documentos ao plano.

O valor e a existência de reembolso dependem do contrato de cada plano. A clínica fornece a documentação. A análise é feita pela operadora.

Pacientes de outras cidades

Maringá recebe voos diretos de São Paulo e Curitiba pelo aeroporto MGF, e tem acesso rodoviário fácil do interior paulista, do Mato Grosso do Sul e do Paraguai.

O fluxo habitual para quem vem de fora:

  1. Teleconsulta inicial, com fotos e histórico.
  2. Exames pré-operatórios na cidade de origem.
  3. Chegada a Maringá 1 ou 2 dias antes da cirurgia.
  4. Permanência de cerca de 7 dias, até a retirada do curativo.
  5. Voo liberado após a retirada da placa externa.
  6. Retornos em 1, 3, 6 e 12 meses, presenciais ou online.

A equipe orienta sobre hospedagem. Acompanhante é recomendado na primeira semana. Mais informações em pacientes de outras cidades.

Quando procurar o Dr. Sella

Se você convive com nariz entupido e também gostaria de mudar o formato do nariz, vale avaliar se os dois problemas podem ser resolvidos na mesma cirurgia. O mesmo vale para quem já fez septoplastia e continua com obstrução, ou para quem teve trauma nasal.

A avaliação inclui exame interno, fotografias, simulação e, quando indicado, ultrassom nasal. A indicação, os riscos e a técnica são definidos de forma individual, sempre em consulta. Para agendar, acesse contato ou fale com a equipe pelo WhatsApp (44) 99121-2021.

Dr. Guilherme Sella
Revisado por Dr. Guilherme Sella

Otorrinolaringologista e cirurgião facial · CRM-PR 33.018 · RQE 17.984. Doutor pela FMRP-USP, fundador do Sella Learning Center. Atualizado em 2026-10-10.

Perguntas frequentes

Rinosseptoplastia e rinoplastia são a mesma coisa?

Não. A rinoplastia trata o formato externo do nariz. A rinosseptoplastia soma a correção do septo e, quando necessário, dos cornetos e das válvulas nasais, no mesmo tempo cirúrgico.

O plano de saúde cobre a rinosseptoplastia?

O atendimento do Dr. Sella é exclusivamente particular, sem convênios. A clínica fornece relatório, códigos e documentos fiscais da parte funcional para que você solicite reembolso ao seu plano, cuja análise depende do seu contrato.

Preciso de tampão nasal depois da cirurgia?

Na maioria dos casos não é usado tampão. Em algumas situações, um splint interno de silicone é mantido por cerca de 10 dias, e ele permite a passagem de ar.

Quanto tempo depois da cirurgia a respiração melhora?

A melhora é progressiva. Nas primeiras semanas há edema interno que atrapalha a respiração, e a função costuma estabilizar nos meses seguintes, acompanhando a redução do inchaço.

Onde a cirurgia é realizada em Maringá?

No Saine Health Complex, hospital-boutique com 11 salas cirúrgicas, UTI adulto e neonatal e intensivistas 24 horas, na Rua Olímpio Totti, 60, Jardim das Nações.

Qual a idade mínima para fazer rinosseptoplastia?

Em geral, 13 a 14 anos para meninas, dois a três anos após a menarca, e 15 a 16 anos para meninos. Em caso de dúvida, pode ser solicitado raio-X de idade óssea e avaliação com endocrinologista.

Fazer a parte estética e a funcional juntas aumenta o risco da cirurgia?

Operar o septo e os cornetos no mesmo tempo cirúrgico costuma acrescentar pouco à duração total e evita submeter você a duas anestesias e duas recuperações separadas. Os riscos existem em qualquer cirurgia e dependem da sua anatomia, dos antecedentes de saúde e da técnica escolhida. O Dr. Sella avalia esses pontos na consulta e explica o plano antes de qualquer decisão.

A correção do septo pode alterar o formato do nariz mesmo sem intenção estética?

Pode. O septo é um dos pilares de sustentação do dorso e da ponta, e manobras feitas nele influenciam a forma externa. Por isso a avaliação prévia considera forma e função juntas, para que a correção respiratória não cause queda de ponta ou irregularidade no dorso.

Quanto tempo preciso ficar afastado do trabalho depois da rinosseptoplastia?

A placa externa permanece cerca de 7 dias e, depois, há esparadrapagem por mais uma semana. A maioria das pessoas retoma atividades administrativas após a retirada do curativo, com o rosto ainda inchado. Trabalhos com esforço físico exigem mais tempo, e exercícios são liberados a partir de 15 dias, conforme a orientação do pós-operatório.

Sou de outra cidade e tenho desvio de septo. Como funciona o acompanhamento?

O primeiro contato pode ser por teleconsulta, com exames realizados na sua cidade de origem. Recomenda-se chegar a Maringá 1 ou 2 dias antes e permanecer cerca de 7 dias, até a retirada do curativo, quando o voo costuma ser liberado. Os retornos de 1, 3, 6 e 12 meses podem ser presenciais ou online, conforme combinado com a equipe.

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Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

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