Congresso Brasileiro de ORL: aulas, painéis e dissecção anatômica.
O maior encontro da otorrinolaringologia brasileira reúne aulas, painéis e laboratórios de anatomia. Entenda o papel do Dr. Sella nessas edições e por que a dissecção forma cirurgiões de nariz e face.
O Dr. Guilherme Sella participou do 54º e do 55º Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, promovido pela ABORL-CCF e pela Fundação de Otorrinolaringologia, como professor de aulas, coordenador de painéis e instrutor de dissecção em cadáver fresco. A dissecção é uma atividade prática na qual cirurgiões estudam a anatomia real do nariz e da face em modelo anatômico humano preservado. É nesse laboratório que manobras como a preservação de dorso e o uso do bisturi ultrassônico são treinadas e discutidas antes de chegarem ao centro cirúrgico, o que aumenta a previsibilidade do que se faz no paciente.

O que é o Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia
O Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial é o encontro anual da especialidade no Brasil. Ele é organizado pela ABORL-CCF, a associação que concede o título de especialista reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina, em conjunto com a Fundação de Otorrinolaringologia, braço voltado ao ensino e à pesquisa.
Durante alguns dias, milhares de médicos de todo o país discutem temas que vão de rinossinusite e apneia do sono até cirurgia endoscópica da base do crânio e cirurgia plástica facial. A programação mistura aulas curtas, mesas-redondas, apresentação de trabalhos científicos e cursos práticos com modelos anatômicos.
Para o paciente, o detalhe relevante é simples. Quem ensina nesses eventos foi convidado por pares da própria especialidade, depois de demonstrar experiência em um tema específico.
O que o Dr. Sella fez no 54º e no 55º congresso
Nas edições 54 e 55 do congresso, o Dr. Sella atuou em três frentes distintas:
- Aulas, apresentando técnicas de rinoplastia e sua aplicação prática
- Coordenação de painéis, conduzindo a discussão entre vários cirurgiões sobre um mesmo tema
- Dissecção em cadáver fresco, ensinando anatomia e manobras cirúrgicas em laboratório
Essa combinação não é por acaso. O Dr. Sella é otorrinolaringologista com residência no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, doutorado direto em Morfofisiologia de Estruturas Faciais concluído na mesma instituição em 2018 e artigos indexados no PubMed sobre preservação de dorso. Esse perfil une função nasal e estética, que é exatamente o cruzamento discutido em um congresso de otorrinolaringologia.
O histórico de ensino se estende para fora do Brasil. Ele já foi professor convidado em mais de dez países e mantém o Sella Learning Center em Maringá, com fellowship anual, mentoria semanal e a Preservation Week. A lista completa de participações está em palestras e congressos.
O que é dissecção em cadáver fresco
Dissecção em cadáver fresco é o estudo da anatomia em um corpo doado para fins científicos, preservado por congelamento em vez de formol. O tecido mantém elasticidade, cor e comportamento próximos aos de um paciente vivo. A cartilagem dobra, a pele descola, o osso quebra da forma esperada.
Esse laboratório é diferente do estudo em peça fixada em formol, que endurece os tecidos e muda a textura. Para treinar rinoplastia, a diferença é grande.
No laboratório, o cirurgião pratica etapas específicas:
- Abertura e descolamento nos planos corretos, preservando ligamentos e vascularização
- Osteotomias, os cortes ósseos que estreitam ou reposicionam o dorso nasal
- Manobras de preservação de dorso, como push down e let down, que rebaixam o nariz sem desmontar o teto nasal
- Uso do instrumento piezoelétrico, que trabalha o osso com vibração ultrassônica e poupa tecidos moles
- Escultura e fixação de enxertos de septo, orelha e costela
É um ambiente controlado para errar, repetir e entender variações anatômicas antes de aplicar qualquer coisa a uma pessoa. Ensinar nesse formato exige domínio da anatomia tridimensional do nariz, porque o instrutor precisa explicar enquanto disseca e responder a dúvidas de cirurgiões formados.
Anatomia não se aprende só em livro. Em cirurgia de nariz, cada milímetro de cartilagem e cada ligamento têm função estética e respiratória ao mesmo tempo.
Por que a dissecção forma cirurgiões
A rinoplastia é considerada uma das cirurgias mais difíceis da face. O nariz é pequeno, tridimensional, cheio de estruturas que sustentam a respiração e que, ao mesmo tempo, definem o formato visível. Uma manobra feita em um plano errado muda o resultado meses depois.
A curva de aprendizado se apoia em três pilares que se completam:
| Formato | O que oferece | Limite |
|---|---|---|
| Aula teórica e painel | Conceito, indicação, revisão de literatura, discussão de casos | Não treina a mão |
| Dissecção em cadáver fresco | Anatomia real, repetição de manobras, erro sem consequência para pacientes | Não reproduz sangramento nem cicatrização |
| Cirurgia ao vivo e assistência supervisionada | Decisão em tempo real, manejo de tecido vivo, pós-operatório | Depende de caso disponível e supervisão |
Por isso cursos sérios de rinoplastia combinam os três. Na Preservation Week, por exemplo, a semana reúne cirurgias ao vivo, dissecção em modelo anatômico e discussão de casos com um grupo pequeno de médicos.
O que isso muda para quem vai operar
Você não precisa entender osteotomia para escolher um cirurgião. Mas alguns sinais objetivos ajudam a avaliar preparo técnico:
- Título de especialista com RQE registrado no CRM, verificável online
- Formação específica em cirurgia do nariz e da face, além da residência
- Produção científica, com artigos publicados e indexados
- Convites para ensinar em congressos da própria especialidade
- Participação regular em laboratórios de anatomia e atualização técnica
O Dr. Sella tem CRM-PR 33.018 e RQE 17.984, título de especialista pela ABORL-CCF desde 2014 e pela Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face desde 2020. As publicações estão reunidas na página de publicações.
Na prática clínica, esse treino aparece em decisões concretas. A escolha entre rinoplastia de preservação e rinoplastia estruturada, o uso ou não do bisturi ultrassônico, a necessidade de enxerto de costela em uma revisão. Nada disso é decidido por moda. Depende da anatomia de cada nariz, avaliada na consulta.
Função e estética na mesma cirurgia
Um ponto que aparece com frequência nos painéis do congresso é a integração entre respirar e aparecer bem. Quem opera apenas o lado estético pode piorar a função. Quem opera apenas o septo pode deixar o formato externo intacto quando ele também incomoda.
O Dr. Sella é otorrinolaringologista de origem, com tese de doutorado sobre rinossinusite crônica e experiência em cirurgia endoscópica nasal. Isso permite tratar septo, cornetos e válvula nasal no mesmo tempo cirúrgico da rinoplastia funcional, quando há indicação.
Quando procurar o Dr. Sella
Se você pensa em operar o nariz por motivo estético, respiratório ou os dois, o caminho é uma avaliação presencial em Maringá ou uma teleconsulta inicial. A consulta dura cerca de uma hora e inclui exame interno do nariz, fotografias padronizadas, simulação digital e explicação da técnica indicada. Quem mora em outra cidade ou no exterior encontra o passo a passo da viagem na página para pacientes de outras cidades.
Indicação, riscos e plano cirúrgico são individuais e só podem ser definidos depois dessa avaliação.
Perguntas frequentes
Em quais Congressos Brasileiros de Otorrinolaringologia o Dr. Sella atuou?
Ele participou do 54º e do 55º Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, promovidos pela ABORL-CCF e pela Fundação de Otorrinolaringologia. Atuou com aulas, coordenação de painéis e dissecção em cadáver fresco.
O que é dissecção em cadáver fresco?
É o estudo prático da anatomia em corpo doado para fins científicos, preservado por congelamento em vez de formol. Os tecidos mantêm elasticidade e comportamento próximos aos de um paciente vivo, o que permite treinar manobras cirúrgicas com realismo.
Por que a dissecção importa para quem vai fazer rinoplastia?
Porque é nela que o cirurgião repete manobras delicadas e entende variações anatômicas antes de aplicá-las em pacientes. Isso contribui para decisões mais previsíveis dentro do centro cirúrgico.
Participar de congressos garante um bom resultado na cirurgia?
Não existe garantia de resultado em cirurgia. Participação em congressos e laboratórios de anatomia indica atualização técnica e reconhecimento entre pares, mas a indicação e o plano continuam individuais e definidos em consulta.
Como confirmar o registro e a especialidade do Dr. Sella?
O CRM-PR é 33.018 e o RQE em Otorrinolaringologia é 17.984. Ambos podem ser conferidos no site do Conselho Regional de Medicina do Paraná.
O Dr. Sella ensina rinoplastia fora dos congressos?
Sim. Ele mantém o Sella Learning Center em Maringá, com fellowship anual para otorrinolaringologistas, mentoria semanal, a Preservation Week e uma plataforma online de ensino.
O que é a ABORL-CCF e por que o título dela importa?
A ABORL-CCF é a associação brasileira da especialidade e concede o título de especialista em Otorrinolaringologia reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina. Esse título gera o RQE, que fica registrado no CRM e pode ser consultado por qualquer pessoa. O Dr. Sella é membro titular da ABORL-CCF e tem RQE 17.984, obtido em 2014.
Qual a diferença entre dissecar em cadáver fresco e em peça conservada em formol?
A peça fixada em formol serve bem para estudar a posição das estruturas, mas o tecido fica endurecido e muda de cor. No modelo fresco, preservado por congelamento, a pele descola, a cartilagem dobra e o osso se comporta de maneira mais próxima à do paciente vivo. Por isso manobras como preservação de dorso e corte ultrassônico são treinadas nesse tipo de laboratório.
Por que um congresso de otorrinolaringologia discute rinoplastia estética?
O nariz tem função respiratória e forma na mesma estrutura, então septo, cornetos, válvulas nasais e dorso são tratados no mesmo ato cirúrgico. Um congresso de otorrinolaringologia reúne justamente esse cruzamento entre respiração e estética. O Dr. Sella trabalha nessa interface desde a residência no HCFMRP-USP e no doutorado em Morfofisiologia de Estruturas Faciais.
Posso perguntar na consulta sobre a formação e as participações científicas do cirurgião?
Sim, e é uma pergunta legítima. Formação, título de especialista, artigos publicados e participações em congressos são informações verificáveis e ajudam você a decidir com segurança. Na consulta em Maringá, que dura cerca de uma hora, o Dr. Sella explica o plano cirúrgico, a técnica indicada para o seu caso e os riscos envolvidos.
Tire suas dúvidas em uma consulta com o Dr. Guilherme Sella
Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

