Quatro aulas de rinoplastia no FESORMEX 2025.
O congresso anual que reúne as sociedades de otorrinolaringologia do México recebeu, em 2025, quatro aulas do cirurgião de Maringá sobre rinoplastia. Veja o contexto e por que isso interessa ao paciente.
Em 2025, o Dr. Guilherme Sella participou do XLVI Congresso FESORMEX, no México, como professor convidado, com quatro aulas dedicadas à rinoplastia. O FESORMEX reúne otorrinolaringologistas mexicanos e convidados estrangeiros em um dos encontros mais tradicionais da especialidade no país. O convite se apoia na produção científica do cirurgião sobre rinoplastia de preservação de dorso, publicada em revistas indexadas no PubMed, e na relação de longa data com médicos mexicanos que já visitaram a clínica em Maringá para observar cirurgias e consultas.

O que é o FESORMEX
FESORMEX é a federação que reúne sociedades de otorrinolaringologia do México. Seu congresso anual é um dos encontros mais antigos e frequentados da especialidade no país. A edição de 2025 foi a XLVI, ou seja, a quadragésima sexta.
O formato é o habitual de grandes congressos médicos. Aulas curtas, mesas de debate, discussão de casos difíceis, atualização em cirurgia nasal, ouvido, laringe e cirurgia facial. Professores de diferentes países são convidados para apresentar suas técnicas e responder a perguntas de colegas.
Para o paciente, o detalhe importante é simples. Quem ensina em um congresso desse porte precisa mostrar casos, expor complicações e defender condutas diante de uma plateia de especialistas.
As quatro aulas de 2025
O Dr. Sella foi convidado como professor estrangeiro e ministrou quatro aulas dentro do programa de rinoplastia.
Os temas que ele leva a congressos internacionais são sempre os mesmos pelos quais responde cientificamente: preservação de dorso, estruturação da ponta nasal, relação entre asa e columela, rinoplastia ultrassônica e manejo de complicações. Esses assuntos aparecem em suas aulas em Istambul, Dublin, Lima, Buenos Aires e Caracas, e também nos artigos que assina.
A lista completa de participações está reunida na página de palestras e congressos.
Por que um cirurgião brasileiro ensina no México
O convite não nasce do nada. Ele costuma seguir a produção científica e o histórico de aulas anteriores.
O Dr. Sella é coautor de artigos sobre preservação de dorso em revistas indexadas no PubMed, entre eles "Expanding Indications to Dorsal Preservation Rhinoplasty" e "Brazilian Approach to Dorsum Preservation", ambos publicados na Facial Plastic Surgery Clinics of North America, além de "Indications for Preservation Rhinoplasty: Avoiding Complications". A relação completa está em publicações.
Soma-se a isso o doutorado concluído no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em 2018, e a formação em otorrinolaringologia, que coloca função e estética nasal dentro da mesma consulta.
Veja o panorama recente de participações na América Latina e na Europa:
| Ano | Evento | País | Participação |
|---|---|---|---|
| 2025 | XLVI Congresso FESORMEX | México | 4 aulas |
| 2025 | VII Triológico Venezolano | Venezuela | 8 aulas e cirurgia ao vivo |
| 2025 | 1º Congresso da Sociedad Argentina de Rinoplastia | Argentina | 3 aulas |
| 2025 | EAFPS Dublin | Irlanda | 2 aulas |
| 2025 | LIMA Masters Academy | Peru | aulas |
| 2024 | EAFPS Istambul | Turquia | 4 aulas |
Ao todo, o cirurgião já atuou como professor convidado em mais de dez países, entre eles Turquia, Estados Unidos, Espanha, Azerbaijão, México, Venezuela, Irlanda, Peru, Argentina e Equador.
A relação com médicos mexicanos
Antes das aulas no FESORMEX, já existia uma ponte entre Maringá e o México.
Médicos mexicanos estão entre os que viajam ao Brasil para acompanhar a rotina cirúrgica da clínica. O Dr. Edwin Albores esteve em Maringá em 2021. O Dr. Oscar Huerta veio em 2022. A Dra. Karina Bermúdez tem visita prevista para 2026.
Esses programas de observação seguem o formato de mentoria semanal: o médico visitante acompanha cirurgias, consultas, planejamento fotográfico e discussão de casos durante alguns dias. Desde 2021, dezenas de médicos por ano passam pela clínica, vindos de vários estados brasileiros e de países como México, Espanha, Colômbia, Chile, Peru, Argentina e República Dominicana.
Ensinar em congresso e receber colegas no centro cirúrgico são dois lados da mesma atividade. Quem recebe visitantes semanalmente precisa justificar cada passo da cirurgia em voz alta.
O que isso muda para quem é paciente
Um congresso no exterior não melhora, por si só, o resultado de uma cirurgia. O que ele indica é o tipo de prática que está por trás.
- Técnica exposta ao escrutínio. Aulas em congressos obrigam o cirurgião a mostrar resultados de longo prazo e discutir falhas, não apenas casos favoráveis.
- Atualização constante. Participar de encontros internacionais significa ouvir, debater e rever condutas com especialistas de outros países.
- Troca sobre anatomias diferentes. Narizes latino-americanos, com pele mais espessa e cartilagens menos firmes em muitos casos, pedem estratégias próprias. Esse é um assunto recorrente nas discussões com colegas do México, do Peru e da Colômbia.
- Atendimento multilíngue. O cirurgião fala português, inglês e espanhol, o que facilita a consulta de pacientes hispano-falantes.
Nada disso substitui a avaliação individual. A indicação de técnica, os riscos e o plano cirúrgico são definidos sempre na consulta, depois de exame físico, fotografias padronizadas e, quando indicado, ultrassom nasal.
Pacientes do México e de outros países em Maringá
A mesma rede que leva o cirurgião a congressos latino-americanos traz pacientes no caminho inverso. Brasileiros que moram no exterior e estrangeiros são atendidos com regularidade na clínica, em Maringá.
O fluxo costuma começar por teleconsulta, com exames realizados na cidade de origem. A chegada é recomendada um ou dois dias antes da cirurgia, com permanência de cerca de sete dias até a retirada do curativo, e retornos em um, três, seis e doze meses, presenciais ou online. A equipe atende em português, inglês e espanhol e emite documentação em inglês e espanhol quando solicitado. Os detalhes estão em pacientes de outras cidades e países.
Como verificar as informações
Todo paciente pode e deve conferir as credenciais de quem vai operá-lo.
- Consulte o número do CRM no site do Conselho Regional de Medicina. O Dr. Sella tem CRM-PR 33.018 e RQE 17.984 em otorrinolaringologia.
- Procure as publicações no PubMed pelo nome do autor, Sella GCP, ou pelo ORCID 0000-0001-9761-695X.
- Peça para ver fotografias de pós-operatório tardio, com pelo menos doze meses, e não apenas imagens das primeiras semanas.
- Pergunte qual técnica está sendo proposta e por quê. A rinoplastia de preservação não serve para todos os narizes, e isso precisa ser dito com clareza.
Mais sobre formação, títulos e trajetória na página do Dr. Guilherme Sella.
Quando procurar o Dr. Sella
Se você pensa em rinoplastia por motivo estético, por dificuldade de respirar ou pelos dois, o caminho é uma avaliação presencial em Maringá ou uma teleconsulta inicial, no caso de quem mora longe.
A consulta dura cerca de uma hora e inclui anamnese, exame interno do nariz, fotografias padronizadas, simulação digital e explicação da técnica proposta. Congressos, aulas e artigos ajudam a entender a trajetória de um cirurgião. A decisão sobre operar, porém, depende do seu nariz, da sua respiração e dos seus objetivos, discutidos caso a caso.
Perguntas frequentes
O que é o FESORMEX?
É a federação que reúne sociedades de otorrinolaringologia do México e organiza um congresso anual da especialidade. A edição de 2025 foi a quadragésima sexta.
Quantas aulas o Dr. Sella ministrou no FESORMEX 2025?
Quatro aulas, dentro do programa de rinoplastia do XLVI Congresso FESORMEX, como professor convidado estrangeiro.
Por que ele é convidado para congressos fora do Brasil?
Pela produção científica sobre rinoplastia de preservação de dorso, com artigos indexados no PubMed, e pelo histórico de aulas e cirurgias ao vivo em eventos de vários países. Ele já atuou como professor convidado em mais de dez países.
Médicos mexicanos visitam a clínica em Maringá?
Sim. O Dr. Edwin Albores esteve em 2021, o Dr. Oscar Huerta em 2022 e a Dra. Karina Bermúdez tem visita prevista para 2026, dentro do programa de mentoria semanal.
O Dr. Sella atende pacientes que falam espanhol?
Sim. Ele fala português, inglês e espanhol, e a equipe emite documentação em inglês e espanhol quando solicitado.
Participar de congressos garante um bom resultado na minha cirurgia?
Não. Congressos indicam atualização e exposição da técnica ao debate entre especialistas. O resultado depende da anatomia individual, da técnica escolhida e da cicatrização, e tudo isso é discutido em consulta.
O que é rinoplastia de preservação de dorso, tema das aulas no México?
É uma técnica em que o dorso nasal é reposicionado em bloco, sem remover a estrutura de osso e cartilagem que forma o perfil. Isso pode ser feito por manobras conhecidas como push down e let down, muitas vezes com instrumento piezoelétrico. Nem todo nariz tem indicação para preservação, e a escolha depende da anatomia, do giba e do tipo de pele, o que é avaliado na consulta.
Como posso conferir se o cirurgião é realmente especialista?
No Brasil, o título de especialista aparece como RQE no registro do médico e pode ser consultado no site do Conselho Regional de Medicina. O Dr. Guilherme Sella tem CRM-PR 33.018 e RQE 17.984, com título em Otorrinolaringologia pela ABORL-CCF desde 2014 e título pela ABCPF em 2020. Vale checar também formação, residência e produção científica.
Vale a pena viajar do exterior para operar o nariz em Maringá?
Muitos pacientes que moram fora do Brasil fazem a teleconsulta inicial, realizam exames na cidade de origem e chegam um ou dois dias antes da cirurgia. A permanência costuma ser de cerca de sete dias, até a retirada do curativo externo, com retornos em 1, 3, 6 e 12 meses presenciais ou online. A equipe atende em português, inglês e espanhol e emite documentação nesses idiomas quando solicitado.
Qual a diferença entre um cirurgião que dá aulas e um que só opera?
Ensinar exige expor casos, mostrar complicações e defender condutas diante de outros especialistas, o que mantém a técnica sob revisão constante. Também costuma vir acompanhado de produção científica e contato com serviços de outros países. Ainda assim, isso não substitui a avaliação individual, já que indicação, riscos e plano cirúrgico são definidos em consulta.
Tire suas dúvidas em uma consulta com o Dr. Guilherme Sella
Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

