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Quatro aulas de rinoplastia no FESORMEX 2025.

O congresso anual que reúne as sociedades de otorrinolaringologia do México recebeu, em 2025, quatro aulas do cirurgião de Maringá sobre rinoplastia. Veja o contexto e por que isso interessa ao paciente.

Publicado em 20 de julho de 2026Atualizado em 30 de outubro de 2026Revisado por Dr. Guilherme Sella6 min de leitura

Em 2025, o Dr. Guilherme Sella participou do XLVI Congresso FESORMEX, no México, como professor convidado, com quatro aulas dedicadas à rinoplastia. O FESORMEX reúne otorrinolaringologistas mexicanos e convidados estrangeiros em um dos encontros mais tradicionais da especialidade no país. O convite se apoia na produção científica do cirurgião sobre rinoplastia de preservação de dorso, publicada em revistas indexadas no PubMed, e na relação de longa data com médicos mexicanos que já visitaram a clínica em Maringá para observar cirurgias e consultas.

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Dr. Guilherme Sella · FESORMEX 2025: quatro aulas de rinoplastia no México
Dr. Guilherme Sella

O que é o FESORMEX

FESORMEX é a federação que reúne sociedades de otorrinolaringologia do México. Seu congresso anual é um dos encontros mais antigos e frequentados da especialidade no país. A edição de 2025 foi a XLVI, ou seja, a quadragésima sexta.

O formato é o habitual de grandes congressos médicos. Aulas curtas, mesas de debate, discussão de casos difíceis, atualização em cirurgia nasal, ouvido, laringe e cirurgia facial. Professores de diferentes países são convidados para apresentar suas técnicas e responder a perguntas de colegas.

Para o paciente, o detalhe importante é simples. Quem ensina em um congresso desse porte precisa mostrar casos, expor complicações e defender condutas diante de uma plateia de especialistas.

As quatro aulas de 2025

O Dr. Sella foi convidado como professor estrangeiro e ministrou quatro aulas dentro do programa de rinoplastia.

Os temas que ele leva a congressos internacionais são sempre os mesmos pelos quais responde cientificamente: preservação de dorso, estruturação da ponta nasal, relação entre asa e columela, rinoplastia ultrassônica e manejo de complicações. Esses assuntos aparecem em suas aulas em Istambul, Dublin, Lima, Buenos Aires e Caracas, e também nos artigos que assina.

A lista completa de participações está reunida na página de palestras e congressos.

Por que um cirurgião brasileiro ensina no México

O convite não nasce do nada. Ele costuma seguir a produção científica e o histórico de aulas anteriores.

O Dr. Sella é coautor de artigos sobre preservação de dorso em revistas indexadas no PubMed, entre eles "Expanding Indications to Dorsal Preservation Rhinoplasty" e "Brazilian Approach to Dorsum Preservation", ambos publicados na Facial Plastic Surgery Clinics of North America, além de "Indications for Preservation Rhinoplasty: Avoiding Complications". A relação completa está em publicações.

Soma-se a isso o doutorado concluído no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, em 2018, e a formação em otorrinolaringologia, que coloca função e estética nasal dentro da mesma consulta.

Veja o panorama recente de participações na América Latina e na Europa:

AnoEventoPaísParticipação
2025XLVI Congresso FESORMEXMéxico4 aulas
2025VII Triológico VenezolanoVenezuela8 aulas e cirurgia ao vivo
20251º Congresso da Sociedad Argentina de RinoplastiaArgentina3 aulas
2025EAFPS DublinIrlanda2 aulas
2025LIMA Masters AcademyPeruaulas
2024EAFPS IstambulTurquia4 aulas

Ao todo, o cirurgião já atuou como professor convidado em mais de dez países, entre eles Turquia, Estados Unidos, Espanha, Azerbaijão, México, Venezuela, Irlanda, Peru, Argentina e Equador.

A relação com médicos mexicanos

Antes das aulas no FESORMEX, já existia uma ponte entre Maringá e o México.

Médicos mexicanos estão entre os que viajam ao Brasil para acompanhar a rotina cirúrgica da clínica. O Dr. Edwin Albores esteve em Maringá em 2021. O Dr. Oscar Huerta veio em 2022. A Dra. Karina Bermúdez tem visita prevista para 2026.

Esses programas de observação seguem o formato de mentoria semanal: o médico visitante acompanha cirurgias, consultas, planejamento fotográfico e discussão de casos durante alguns dias. Desde 2021, dezenas de médicos por ano passam pela clínica, vindos de vários estados brasileiros e de países como México, Espanha, Colômbia, Chile, Peru, Argentina e República Dominicana.

Ensinar em congresso e receber colegas no centro cirúrgico são dois lados da mesma atividade. Quem recebe visitantes semanalmente precisa justificar cada passo da cirurgia em voz alta.

O que isso muda para quem é paciente

Um congresso no exterior não melhora, por si só, o resultado de uma cirurgia. O que ele indica é o tipo de prática que está por trás.

  • Técnica exposta ao escrutínio. Aulas em congressos obrigam o cirurgião a mostrar resultados de longo prazo e discutir falhas, não apenas casos favoráveis.
  • Atualização constante. Participar de encontros internacionais significa ouvir, debater e rever condutas com especialistas de outros países.
  • Troca sobre anatomias diferentes. Narizes latino-americanos, com pele mais espessa e cartilagens menos firmes em muitos casos, pedem estratégias próprias. Esse é um assunto recorrente nas discussões com colegas do México, do Peru e da Colômbia.
  • Atendimento multilíngue. O cirurgião fala português, inglês e espanhol, o que facilita a consulta de pacientes hispano-falantes.

Nada disso substitui a avaliação individual. A indicação de técnica, os riscos e o plano cirúrgico são definidos sempre na consulta, depois de exame físico, fotografias padronizadas e, quando indicado, ultrassom nasal.

Pacientes do México e de outros países em Maringá

A mesma rede que leva o cirurgião a congressos latino-americanos traz pacientes no caminho inverso. Brasileiros que moram no exterior e estrangeiros são atendidos com regularidade na clínica, em Maringá.

O fluxo costuma começar por teleconsulta, com exames realizados na cidade de origem. A chegada é recomendada um ou dois dias antes da cirurgia, com permanência de cerca de sete dias até a retirada do curativo, e retornos em um, três, seis e doze meses, presenciais ou online. A equipe atende em português, inglês e espanhol e emite documentação em inglês e espanhol quando solicitado. Os detalhes estão em pacientes de outras cidades e países.

Como verificar as informações

Todo paciente pode e deve conferir as credenciais de quem vai operá-lo.

  1. Consulte o número do CRM no site do Conselho Regional de Medicina. O Dr. Sella tem CRM-PR 33.018 e RQE 17.984 em otorrinolaringologia.
  2. Procure as publicações no PubMed pelo nome do autor, Sella GCP, ou pelo ORCID 0000-0001-9761-695X.
  3. Peça para ver fotografias de pós-operatório tardio, com pelo menos doze meses, e não apenas imagens das primeiras semanas.
  4. Pergunte qual técnica está sendo proposta e por quê. A rinoplastia de preservação não serve para todos os narizes, e isso precisa ser dito com clareza.

Mais sobre formação, títulos e trajetória na página do Dr. Guilherme Sella.

Quando procurar o Dr. Sella

Se você pensa em rinoplastia por motivo estético, por dificuldade de respirar ou pelos dois, o caminho é uma avaliação presencial em Maringá ou uma teleconsulta inicial, no caso de quem mora longe.

A consulta dura cerca de uma hora e inclui anamnese, exame interno do nariz, fotografias padronizadas, simulação digital e explicação da técnica proposta. Congressos, aulas e artigos ajudam a entender a trajetória de um cirurgião. A decisão sobre operar, porém, depende do seu nariz, da sua respiração e dos seus objetivos, discutidos caso a caso.

Dr. Guilherme Sella
Revisado por Dr. Guilherme Sella

Otorrinolaringologista e cirurgião facial · CRM-PR 33.018 · RQE 17.984. Doutor pela FMRP-USP, fundador do Sella Learning Center. Atualizado em 2026-10-30.

Perguntas frequentes

O que é o FESORMEX?

É a federação que reúne sociedades de otorrinolaringologia do México e organiza um congresso anual da especialidade. A edição de 2025 foi a quadragésima sexta.

Quantas aulas o Dr. Sella ministrou no FESORMEX 2025?

Quatro aulas, dentro do programa de rinoplastia do XLVI Congresso FESORMEX, como professor convidado estrangeiro.

Por que ele é convidado para congressos fora do Brasil?

Pela produção científica sobre rinoplastia de preservação de dorso, com artigos indexados no PubMed, e pelo histórico de aulas e cirurgias ao vivo em eventos de vários países. Ele já atuou como professor convidado em mais de dez países.

Médicos mexicanos visitam a clínica em Maringá?

Sim. O Dr. Edwin Albores esteve em 2021, o Dr. Oscar Huerta em 2022 e a Dra. Karina Bermúdez tem visita prevista para 2026, dentro do programa de mentoria semanal.

O Dr. Sella atende pacientes que falam espanhol?

Sim. Ele fala português, inglês e espanhol, e a equipe emite documentação em inglês e espanhol quando solicitado.

Participar de congressos garante um bom resultado na minha cirurgia?

Não. Congressos indicam atualização e exposição da técnica ao debate entre especialistas. O resultado depende da anatomia individual, da técnica escolhida e da cicatrização, e tudo isso é discutido em consulta.

O que é rinoplastia de preservação de dorso, tema das aulas no México?

É uma técnica em que o dorso nasal é reposicionado em bloco, sem remover a estrutura de osso e cartilagem que forma o perfil. Isso pode ser feito por manobras conhecidas como push down e let down, muitas vezes com instrumento piezoelétrico. Nem todo nariz tem indicação para preservação, e a escolha depende da anatomia, do giba e do tipo de pele, o que é avaliado na consulta.

Como posso conferir se o cirurgião é realmente especialista?

No Brasil, o título de especialista aparece como RQE no registro do médico e pode ser consultado no site do Conselho Regional de Medicina. O Dr. Guilherme Sella tem CRM-PR 33.018 e RQE 17.984, com título em Otorrinolaringologia pela ABORL-CCF desde 2014 e título pela ABCPF em 2020. Vale checar também formação, residência e produção científica.

Vale a pena viajar do exterior para operar o nariz em Maringá?

Muitos pacientes que moram fora do Brasil fazem a teleconsulta inicial, realizam exames na cidade de origem e chegam um ou dois dias antes da cirurgia. A permanência costuma ser de cerca de sete dias, até a retirada do curativo externo, com retornos em 1, 3, 6 e 12 meses presenciais ou online. A equipe atende em português, inglês e espanhol e emite documentação nesses idiomas quando solicitado.

Qual a diferença entre um cirurgião que dá aulas e um que só opera?

Ensinar exige expor casos, mostrar complicações e defender condutas diante de outros especialistas, o que mantém a técnica sob revisão constante. Também costuma vir acompanhado de produção científica e contato com serviços de outros países. Ainda assim, isso não substitui a avaliação individual, já que indicação, riscos e plano cirúrgico são definidos em consulta.

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