Global Masters in Rhinoplasty 2025: aulas, cirurgia ao vivo e moderação.
Congressos internacionais de rinoplastia não são vitrine. São onde técnicas são discutidas, filmadas e questionadas por cirurgiões de vários países. Veja o papel do Dr. Sella na edição de 2025.
No Global Masters in Rhinoplasty 2025, o Dr. Guilherme Sella participou em três frentes: ministrou aulas, realizou cirurgia ao vivo transmitida para a plateia de cirurgiões e atuou como moderador de painel científico. Moderar significa conduzir a discussão entre palestrantes, confrontar diferentes técnicas e garantir que cada afirmação seja sustentada por evidência ou por resultado demonstrável. Para o paciente, essa participação indica um cirurgião que expõe a própria técnica ao escrutínio de pares internacionais e que mantém contato direto com o que há de mais atual em rinoplastia de preservação e ultrassônica.

O que é o Global Masters in Rhinoplasty
O Global Masters in Rhinoplasty é um encontro internacional dedicado exclusivamente à cirurgia do nariz. Reúne cirurgiões de diferentes países em um formato que mistura aulas teóricas, cirurgias transmitidas ao vivo e painéis de discussão.
O formato é exigente. Quem opera ao vivo está sendo observado em tempo real por colegas que fazem a mesma cirurgia todos os dias. Cada manobra é vista, comentada e questionada. Não existe edição.
Na edição de 2025, o Dr. Sella participou em três papéis distintos: professor, cirurgião em transmissão ao vivo e moderador de painel científico.
As três funções do Dr. Sella em 2025
| Função | O que envolve | O que exige do cirurgião |
|---|---|---|
| Aulas | Apresentar técnica, indicações, limites e resultados a uma plateia de especialistas | Dados organizados, casos de longo prazo e disposição para responder perguntas difíceis |
| Cirurgia ao vivo | Operar com transmissão em tempo real e narração do raciocínio | Domínio técnico, calma e capacidade de explicar decisões enquanto opera |
| Moderação de painel | Conduzir o debate entre palestrantes e organizar as conclusões | Visão ampla da literatura e das diferentes escolas de rinoplastia |
Esses três papéis se complementam. Quem ensina precisa demonstrar. Quem demonstra precisa sustentar a discussão depois.
O que faz um moderador de painel científico
Muita gente imagina que o moderador apenas apresenta os palestrantes e controla o relógio. Em congressos cirúrgicos, a função é bem mais técnica.
O moderador faz o seguinte:
- Define as perguntas que serão colocadas ao painel, geralmente os pontos onde não existe consenso.
- Confronta técnicas diferentes para o mesmo problema, pedindo que cada cirurgião justifique a escolha.
- Pede dados. Quantos casos, qual seguimento, qual taxa de revisão.
- Interrompe generalizações e pede exemplos concretos.
- Fecha o painel com uma síntese do que é consenso e do que ainda está em aberto.
Para moderar, é preciso conhecer a produção de todos os palestrantes e dominar a literatura do tema. É um papel de curadoria científica.
Um bom painel não termina com todos concordando. Termina com o público entendendo exatamente onde está a divergência e por quê.
Como isso chega até o paciente
Essa é a pergunta mais importante. Um congresso em outro país parece distante do consultório em Maringá. Na prática, a ligação é direta.
Primeiro, filtro de novidades. Técnicas novas surgem o tempo todo em rinoplastia. A maioria não sobrevive a cinco anos. Participar de painéis com cirurgiões de vários países ajuda a separar o que tem resultado consistente do que é moda passageira. O paciente se beneficia por não ser cobaia.
Segundo, resolução de problemas específicos. Narizes diferentes exigem soluções diferentes. Pele espessa, pele fina, desvio importante de septo, nariz já operado antes. Em painéis internacionais, essas situações são discutidas em detalhe por quem opera populações distintas. Esse repertório se traduz em opções no planejamento de cada rinoplastia.
Terceiro, prevenção de complicações. Boa parte das discussões de congresso trata de complicações e de como evitá-las. É o conteúdo menos glamouroso e o mais útil. Saber o que deu errado com outros cirurgiões é o que permite não repetir o erro.
Preservação de dorso e ultrassom: os temas do Dr. Sella
Os temas que o Dr. Sella leva a congressos internacionais são consistentes com sua produção científica. Ele é coautor de artigos indexados no PubMed sobre preservação de dorso, entre eles "Expanding Indications to Dorsal Preservation Rhinoplasty" e "Brazilian Approach to Dorsum Preservation", ambos publicados no Facial Plastic Surgery Clinics of North America, e "Indications for Preservation Rhinoplasty: Avoiding Complications".
A rinoplastia de preservação propõe baixar o dorso nasal sem desmontá-lo, usando manobras conhecidas como push down e let down. Mantém a estrutura natural do teto do nariz. Quando bem indicada, tende a produzir um dorso de aparência mais natural e menos irregularidades a longo prazo.
A rinoplastia ultrassônica usa um instrumento piezoelétrico que corta osso sem lesar cartilagem, mucosa e vasos. Permite trabalhar o osso com mais precisão.
O cirurgião também publicou "The Role of Ultrasound in Rhinoplasty", sobre o uso do ultrassom dermatológico antes da cirurgia para avaliar espessura de pele, presença de preenchedores antigos, enxertos prévios e vascularização.
Por que cirurgia ao vivo é diferente de vídeo editado
Vídeo de cirurgia editado mostra o que o cirurgião quer mostrar. Cirurgia ao vivo mostra tudo, inclusive o imprevisto.
Na transmissão ao vivo, o cirurgião opera e narra o raciocínio em tempo real. Explica por que escolheu determinada incisão, por que decidiu usar um enxerto e por que mudou de plano quando encontrou algo diferente do esperado. A plateia pergunta durante o procedimento.
É o formato mais honesto de ensino cirúrgico. E é por isso que a lista de congressos que convidam um cirurgião para operar ao vivo diz mais sobre ele do que qualquer adjetivo.
O contexto maior: ensino e circuito internacional
A participação no Global Masters in Rhinoplasty 2025 faz parte de uma agenda contínua. O Dr. Sella deu aulas no EAFPS de Dublin em 2025 e em Istambul em 2024, no FESORMEX no México, no Triológico Venezolano, no primeiro congresso da Sociedad Argentina de Rinoplastia e no All in One Rhinoplasty Congress em Istambul. Já foi professor convidado em mais de dez países.
Esse circuito tem mão dupla com o ensino que ele conduz em Maringá pelo Sella Learning Center, que inclui fellowship anual para otorrinolaringologistas, mentoria semanal e a Preservation Week, já na sexta edição.
A lista completa de participações está em palestras e congressos e a produção científica em publicações.
O que isso não significa
Vale ser claro. Participação em congresso internacional não garante resultado em nenhuma cirurgia. Rinoplastia é um procedimento com variabilidade biológica, e a literatura aponta taxas de revisão entre 5% e 15%, avaliadas após 12 meses.
O que a atividade acadêmica indica é outra coisa: um cirurgião que expõe o próprio trabalho a pares, que publica e que é questionado publicamente. Isso reduz o risco de técnicas sem respaldo e mantém a prática em revisão constante.
A indicação da técnica para cada nariz depende de anatomia, pele, função respiratória, cirurgias anteriores e objetivos. Isso só é definido em consulta.
Quando procurar o Dr. Sella
Se você considera uma rinoplastia primária, uma rinoplastia secundária ou tem queixa de obstrução nasal associada, o passo inicial é a consulta. O atendimento dura cerca de uma hora e inclui exame interno do nariz, fotografias padronizadas, simulação digital e explicação da técnica proposta, com ultrassom nasal quando indicado.
O atendimento é em Maringá, no Paraná. Pacientes de outras cidades e de outros países começam por teleconsulta e seguem um cronograma específico de viagem e retornos, descrito em pacientes de outras cidades.
Perguntas frequentes
O que é o Global Masters in Rhinoplasty?
É um congresso internacional dedicado exclusivamente à cirurgia do nariz, com aulas, cirurgias transmitidas ao vivo e painéis de discussão entre cirurgiões de vários países.
O que o Dr. Sella fez na edição de 2025?
Ele ministrou aulas, realizou cirurgia ao vivo transmitida para a plateia e atuou como moderador de painel científico.
O que faz um moderador de painel em congresso médico?
O moderador conduz a discussão entre os palestrantes, confronta técnicas diferentes para o mesmo problema, pede dados concretos e sintetiza no final o que é consenso e o que permanece em debate. Exige domínio da literatura do tema.
Participar de congressos internacionais garante um resultado melhor na minha cirurgia?
Não. Nenhuma atividade acadêmica garante resultado cirúrgico. O que ela indica é um cirurgião que expõe o próprio trabalho a pares e mantém a prática sob revisão constante. A indicação e os riscos de cada caso são definidos em consulta.
Por que cirurgia ao vivo é considerada um formato exigente?
Porque não há edição. O cirurgião opera sendo observado em tempo real por especialistas, narra o raciocínio enquanto trabalha e responde perguntas durante o procedimento, inclusive diante de imprevistos.
Quais temas o Dr. Sella costuma apresentar em congressos internacionais?
Principalmente rinoplastia de preservação de dorso, rinoplastia ultrassônica, estruturação da ponta, rinoplastia secundária e uso do ultrassom no planejamento pré-operatório. São os mesmos temas de seus artigos indexados no PubMed.
Operar com transmissão ao vivo traz algum risco a mais para o paciente?
A cirurgia transmitida segue o mesmo protocolo de uma cirurgia comum, com equipe completa, anestesista e estrutura hospitalar. O paciente é informado previamente e autoriza por escrito a transmissão, com preservação da identidade quando solicitado. A câmera não altera o planejamento nem o tempo cirúrgico. Qualquer dúvida sobre participação em cirurgia demonstrativa deve ser conversada na consulta.
Como saber se um cirurgião realmente participou de um congresso internacional?
A programação oficial dos congressos costuma ficar disponível em sites e materiais do evento, com nome e tema de cada palestrante. Também é possível conferir a produção científica no currículo Lattes e a especialidade registrada pelo RQE no site do CRM. O Dr. Sella tem RQE 17.984 em Otorrinolaringologia e títulos pela ABORL-CCF e pela ABCPF.
O que o Dr. Sella traz de um evento como esse para a consulta em Maringá?
O contato com cirurgiões de vários países ajuda a comparar resultados de longo prazo e a identificar quais técnicas realmente se sustentam fora do congresso. Isso se traduz em critérios mais claros de indicação para preservação de dorso, rinoplastia ultrassônica ou estruturação com enxertos. A escolha da técnica continua sendo individual, definida após exame físico, fotografias e, quando indicado, ultrassom nasal.
Vale a pena viajar para operar com um cirurgião que ensina em congressos?
A decisão depende de avaliação, afinidade com a conduta proposta e condições de seguir o pós-operatório. Pacientes de outras cidades e de fora do Brasil são atendidos regularmente em Maringá, com teleconsulta inicial, exames feitos na cidade de origem e permanência de cerca de sete dias até a retirada do curativo. A equipe atende em português, inglês e espanhol e orienta sobre hospedagem e retornos.
Tire suas dúvidas em uma consulta com o Dr. Guilherme Sella
Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

