Cirurgia facial no RhinoFace Summit 2026: o que os temas de face dizem sobre a sua cirurgia.
O congresso é para médicos, mas o programa de face revela o que importa na decisão de quem vai operar: planejamento do terço médio, pescoço, pálpebras e testa discutidos com faculty de oito países.
O Maringá RhinoFace Summit 2026 acontece de 12 a 14 de novembro de 2026, em Maringá, com o Dr. Guilherme Sella como presidente do congresso. É um evento para médicos, com CRM exigido na inscrição, e reúne faculty de oito países. Entre os eixos do programa estão rejuvenescimento facial com deep plane e técnicas híbridas, facelift endoscópico, cirurgia periorbital com blefaroplastia superior e inferior e cantopexia, frontoplastia e cirurgia estrutural do terço médio, inferior e pescoço, além de sessões de cirurgia ao vivo e anatomia.

O que é o Maringá RhinoFace Summit 2026
O Maringá RhinoFace Summit 2026 é um congresso internacional de rinoplastia e cirurgia facial, com três dias de programação, de 12 a 14 de novembro de 2026, em Maringá, no Paraná. O Dr. Guilherme Sella é o presidente do congresso.
A faculty confirmada até outubro de 2026 reúne 21 palestrantes de oito países: Brasil, Turquia, México, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e Argentina. O formato combina aulas, sessões de anatomia e cirurgia ao vivo.
É importante deixar claro desde o início: o evento é dirigido a médicos. A inscrição exige CRM. Pacientes não participam das sessões. Ainda assim, ler o programa ajuda você a entender como cirurgiões pensam a face hoje e quais perguntas vale levar para a sua consulta.
A página oficial do evento no nosso site é /eventos/maringa-rhinoface-summit-2026/.
Os eixos de cirurgia facial do programa
O congresso não trata apenas do nariz. Uma parte relevante da programação é dedicada ao rosto como um todo.
| Eixo do programa | O que inclui | Por que interessa ao paciente |
|---|---|---|
| Rejuvenescimento facial | Deep plane, técnicas híbridas, facelift endoscópico | Entender profundidade de plano e naturalidade |
| Cirurgia periorbital | Blefaroplastia superior e inferior, cantopexia | Olhar cansado, bolsas, suporte da pálpebra |
| Cirurgia estrutural da face | Terço médio, terço inferior, pescoço, frontoplastia | Contorno mandibular, pescoço, altura da testa |
| Rinoplastia | Estrutural, de preservação e secundária | Nariz em harmonia com o restante do rosto |
| Anatomia e cirurgia ao vivo | Dissecção e casos operados em tempo real | Base técnica do que é discutido nas aulas |
Essa divisão mostra uma lógica. O rosto envelhece e se estrutura em blocos que conversam entre si. Operar só um bloco e ignorar os outros costuma gerar um resultado desarmônico.
Deep plane e complicações: por que isso é tema de congresso
O facelift deep plane trabalha em um plano mais profundo, abaixo do SMAS, liberando ligamentos de fixação da face. O objetivo é reposicionar tecido, não apenas puxar pele.
Quando o tema aparece em congresso com foco em complicações, o recado para o cirurgião é direto: a técnica tem uma curva de aprendizado e exige conhecimento detalhado da anatomia dos ramos do nervo facial. É por isso que sessões de dissecção anatômica acompanham as aulas.
Para você, paciente, a leitura é outra. Um cirurgião que discute complicações em público costuma ser o mesmo que explica riscos na consulta sem minimizar nada. Perguntas úteis antes de um facelift deep plane:
- Qual plano você pretende usar no meu caso e por quê
- Quais estruturas estão em risco e como são protegidas
- Qual o tempo de recuperação esperado e o que é normal nas primeiras semanas
- O que a cirurgia não resolve na minha face
Facelift endoscópico e técnicas híbridas
O facelift endoscópico usa pequenas incisões e óptica para reposicionar o terço superior e, em alguns casos, o terço médio. Não é um substituto universal do deep plane. É uma ferramenta com indicação própria, geralmente em pacientes mais jovens ou com flacidez localizada.
As chamadas técnicas híbridas combinam abordagens. Um exemplo comum é associar tratamento profundo do terço médio e do pescoço com lipoenxertia e Nanofat para repor volume e melhorar a qualidade da pele.
Nenhuma técnica é melhor em abstrato. A escolha depende da anatomia, da idade, da qualidade da pele e do objetivo de cada pessoa, e só é definida em consulta.
Pálpebras: blefaroplastia superior, inferior e cantopexia
O bloco de cirurgia periorbital trata da região que mais chama atenção em uma conversa. O olhar é a primeira coisa que o outro lê no seu rosto.
- Blefaroplastia superior: trata excesso de pele da pálpebra superior, que pesa sobre o olhar e, em alguns casos, atrapalha o campo visual periférico.
- Blefaroplastia inferior: trata bolsas de gordura, sulcos e flacidez da pálpebra de baixo. Pode ser feita por dentro da pálpebra em casos selecionados.
- Cantopexia: reforça o suporte do canto lateral do olho. Entra em cena quando a pálpebra inferior tem frouxidão e existe risco de o olho ficar com aspecto puxado para baixo depois da cirurgia.
A cantopexia aparecer no programa ao lado da blefaroplastia não é detalhe. Ela existe justamente para prevenir um dos problemas mais citados em revisões de pálpebra inferior. Saiba mais em blefaroplastia.
Frontoplastia com avanço capilar e o terço superior
A frontoplastia trata a altura e o formato da testa. Em pacientes com testa alta, o avanço da linha capilar reduz essa distância e reequilibra os terços do rosto. Em outros casos, o foco é elevar a cauda da sobrancelha e suavizar o olhar.
É um procedimento pouco conhecido do público e muito discutido entre cirurgiões, porque exige planejamento milimétrico da incisão e cuidado com os folículos. Entenda melhor em frontoplastia.
Terço superior equilibrado muda a leitura do rosto inteiro. É comum que um paciente que procurava apenas rinoplastia perceba, na avaliação, que parte do incômodo vem da altura da testa ou da posição da sobrancelha.
Terço médio, terço inferior e pescoço
O programa trata a face em blocos estruturais, e isso reflete a prática. O terço médio sustenta a região malar e a transição com a pálpebra inferior. O terço inferior define mandíbula e queixo. O pescoço fecha o contorno.
Na prática do Dr. Sella em Maringá, as cirurgias de face mais frequentes nessa região incluem cervicoplastia com deep neck e mentoplastia com prótese ou avanço ósseo. Em muitos casos, um queixo pouco projetado é o que faz o nariz parecer maior do que é.
Por isso a avaliação de cirurgia facial considera o perfil completo, e não um elemento isolado.
O que um congresso assim significa para quem vai operar
Congressos não garantem resultado. Nenhum evento substitui avaliação individual. O que eles indicam é o ambiente em que o cirurgião se mantém atualizado e exposto à crítica de pares.
Três pontos concretos a observar quando você pesquisa um profissional:
- Formação verificável: título de especialista e RQE podem ser conferidos no site do CRM.
- Produção científica: artigos indexados mostram participação no debate técnico. A lista está em publicações.
- Ensino e atividade acadêmica: aulas, fellowship e cursos indicam prática sistematizada. Veja palestras e congressos e ensino.
O Dr. Sella é otorrinolaringologista com RQE, doutorado concluído no HCFMRP-USP em 2018, membro titular da ABORL-CCF e da Academia Brasileira de Cirurgia Plástica da Face, com artigos indexados no PubMed sobre preservação de dorso e aulas em congressos de mais de dez países.
Como a consulta traduz tudo isso para o seu caso
A consulta dura cerca de uma hora. Inclui anamnese, exame físico, fotografias padronizadas, simulação digital e explicação da técnica proposta, com o cronograma de pós-operatório. Quando indicado, é feito ultrassom dermatológico para avaliar espessura de pele e estruturas profundas.
O atendimento é presencial em Maringá ou por teleconsulta. Pacientes de outras cidades e do exterior são atendidos com frequência, com orientação sobre exames na cidade de origem e tempo de permanência. Os detalhes estão em pacientes de outras cidades.
Quando procurar o Dr. Sella
Se você considera cirurgia de rejuvenescimento facial, pálpebras, testa, pescoço ou queixo, uma avaliação presencial ou por teleconsulta é o caminho para entender o que se aplica à sua anatomia. Indicação, riscos e plano cirúrgico são individuais e definidos em consulta. Para agendar, acesse consulta ou fale com a equipe pelo contato.
Perguntas frequentes
Pacientes podem assistir ao Maringá RhinoFace Summit 2026?
Não. O congresso é dirigido a médicos e exige CRM na inscrição. O conteúdo é técnico e inclui sessões de cirurgia ao vivo e anatomia.
Quando e onde acontece o RhinoFace Summit 2026?
De 12 a 14 de novembro de 2026, em Maringá, no Paraná. São três dias de programação, com faculty de oito países e o Dr. Guilherme Sella como presidente do congresso.
Quais temas de cirurgia facial estão no programa?
Rejuvenescimento facial com deep plane e técnicas híbridas, facelift endoscópico, blefaroplastia superior e inferior, cantopexia, frontoplastia e cirurgia estrutural do terço médio, terço inferior e pescoço.
Qual a diferença entre facelift deep plane e facelift endoscópico?
O deep plane trabalha em plano profundo e libera ligamentos para reposicionar os tecidos do terço médio e inferior. O endoscópico usa pequenas incisões e óptica, com foco no terço superior e, em casos selecionados, no terço médio. A escolha depende da anatomia e é definida em consulta.
Por que a cantopexia é discutida junto com a blefaroplastia?
Porque a cantopexia reforça o suporte do canto lateral do olho e ajuda a prevenir alterações na posição da pálpebra inferior após a cirurgia. A indicação depende do grau de frouxidão palpebral de cada paciente.
Posso combinar cirurgia facial com rinoplastia na mesma cirurgia?
Em alguns casos sim, dependendo do tempo cirúrgico, do estado de saúde e do plano definido. Essa decisão é individual e discutida na consulta presencial ou por teleconsulta.
Sou médico e quero me inscrever no congresso. Como faço?
As inscrições são feitas pelo site oficial rhinofacemaringa.com, por formulário, e também pelo WhatsApp do evento (44) 99181-2022. O CRM é exigido no momento da inscrição, já que a programação é dirigida a médicos. Informações e atualizações da faculty também são publicadas no Instagram @rhinofacesummit e na página /eventos/maringa-rhinoface-summit-2026/.
O que é frontoplastia e por que ela entra num congresso de cirurgia facial?
A frontoplastia é a cirurgia que trata a testa e a posição das sobrancelhas, podendo ajustar a altura da linha do cabelo. Ela aparece no programa porque o terço superior do rosto influencia a expressão e o resultado de quem opera pálpebras. A indicação depende da sua anatomia e é definida em consulta, com exame e fotografias padronizadas.
Como funcionam as cirurgias ao vivo em um congresso desse tipo?
As cirurgias ao vivo são procedimentos reais transmitidos para a plateia de médicos, com a equipe cirúrgica comentando cada etapa. Participam apenas pacientes que consentiram formalmente com a transmissão, e a conduta cirúrgica segue o que seria feito fora do congresso. O objetivo é mostrar decisões técnicas em tempo real, algo que a aula teórica isolada não consegue transmitir.
Vale a pena escolher um cirurgião que dá aulas em congressos?
Participar de congressos como palestrante indica que o trabalho do cirurgião é exposto à crítica de outros especialistas, o que costuma ser um bom sinal. Ainda assim, isso não substitui a verificação do registro e do título de especialista no site do CRM e uma consulta presencial ou por teleconsulta. O que define a sua indicação é o exame do seu caso, não o currículo isolado.
Tire suas dúvidas em uma consulta com o Dr. Guilherme Sella
Presencial em Maringá ou por teleconsulta. A avaliação inclui exame físico, fotografias e simulação.

